29/12/11

Astrologia Chinesa: 2012 é o Ano do Dragão

Dragão da sabedoria chinesaNo horóscopo chinês, um dos mais antigos do mundo, cada ano é regido por um animal, cujas características emprestam significado e dão o ‘tom’ para os acontecimentos. Os animais são: Rato, Boi, Tigre, Coelho, Dragão, Serpente, Cavalo, Carneiro, Macaco, Galo, Cão e Porco.

Diz a lenda que Buda convocou todos os animais para um banquete, mas apenas 12 compareceram. Como forma de mostrar a sua gratidão, atribuiu um ano a cada animal.
Os 12 animais da astrologia chinesa dizem muito sobre cada pessoa; seu caráter e traços de personalidade.

Você descobre qual é o seu signo animal tomando por base o ano de nascimento. Segundo este sistema, cada signo tem suas próprias forças e fraquezas, pontos cardeais, cores, estações do ano.

Ano do Dragão
Em 2012, que é o Ano do Dragão, o Ano Novo Chinês se inicia em 23 de janeiro e termina no dia 09 de fevereiro de 2013. Segundo os chineses, em um ano do Dragão o Céu e a Terra estão em equilíbrio e, por isso, o sucesso é possível de ser alcançado, se houver determinação, ousadia e empenho.

O espírito indomável do Dragão tornará tudo maior no ano que vem. Teremos energia adicional e combustível para fazer de 2012 um ano marcante.

Outro aspecto positivo deste ano é que será bom para negócios e dinheiro, que poderá ser gerado ou obtido facilmente. É o momento de pedir ao gerente um empréstimo ou pedir para o chefe um aumento.
Mas com os grandes gastos, aqueles que ultrapassam os limites do razoável. O poderoso Dragão não é muito prudente. Com ele é tudo ou nada.

Os orientais consideram que este é um ano auspicioso, bom para casar, ter filhos ou começar um negócio novo, porque o Dragão benevolente traz a boa fortuna e a felicidade.
Entretanto, este é também um momento de moderar o nosso entusiasmo e de olhar duas vezes antes de dar um salto maior que as pernas. O afortunado Dragão rega com a sua sorte indiscriminadamente tudo, inclusive nossos erros. O sucesso e as falhas serão ampliados da mesma maneira.

No ano do Dragão, os desastres serão tão grandiosos quanto as fortunas. Este será um ano marcado por muitas surpresas e atos violentos da natureza. Temperamentos e ânimos se aquecem. As pessoas ficam mais sujeitas às ofensas, brigas e discussões. As paixões são mais difíceis de serem controladas. A atmosfera elétrica criada pelo poderoso Dragão afetará de forma individual e coletivamente todos nós e também a natureza.

Fonte: IG






26/12/11

Sexo, Baladas e Outros Blues



O Romantismo agoniza em uma cama. Morre um pouco por dia, ou por noite, a cada flash no claro/escuro da balada sem fim (mas ninguém vê ou quer ver). Alguém me diz: “isso é bobagem” em meio à nossa reflexão de mesa de bar. Eu contesto, digo que em cada carícia desconhecida e fácil e “íntima”, se encontra não só o tesão latente dos corpos partilhado, mas um quê do romantismo que se esvai. A vida geralmente demanda tempo para a conquista da intimidade de alguém, e não sabemos mais esperar e sequer sermos íntimos (e querer sermos íntimos). O sexo – fetiche socialmente difundido e sequer compreendido por cada um – não sabe e não quer esperar, talvez porque não precisa de intimidade. Precisa de dois corpos dispostos a obter prazer. Só.

Há uma confusão entre intimidade e sexualidade (o que muito exalta o pessoal da mesa). Peço até mais cerveja para continuar. E o que eu falo na seqüência, ao que meus amigos imediatamente gritam “para de viadagem”, é que nada é ou pode ser mais íntimo que o beijo. No beijo é possível um nível de intimidade muito maior. Não é possível haver o orgasmo pleno do corpo, mas sim a satisfação do sentimento. Talvez por isso mesmo seja a entrega mais genuína de alguém pra outra pessoa. Até pelo necessário contato rosto com rosto, a própria simetria que aproxima olhos dos olhos, que junta boca com boca… é quase forçoso encarar, flertar, desvendar – se entregar à outra pessoa. Quase, porque não é essa nossa prática, vide as baladas, micaretas e semelhantes festas em que cuidamos exatamente de fazer o oposto, banalizando o beijo como ato de primeiro contato sexual, cartão de visitas. Sim, somos incoerentes. Queremos carinho e intimidade, muitos de nós querem isso, mas fazemos o oposto em nossa busca diária (ou noturna) por isso. Busca de aceitação social? Talvez. Independência sentimental? É, não muito, mas também faz sentido.

Da ponta da mesa alguém pergunta: “Mas se o beijo é o mais intimo, o sexo é o que?”. Aí tomo o último gole, ponho o copo sobre a mesa e retomo a idéia. O sexo pode ser íntimo também, claro, mas também pode ser feito sem que o casal mal se olhe nos olhos, mal se beije. É, por exemplo, produto largamente comercializado pelas esquinas, dada a possível “distância” na prática – o que possibilita a inacreditável relação “cliente” e “prestador de serviço”. O sexo e a sexualidade se banalizaram (e nesse caminho se perderam um pouco), quando alguém em algum momento concordou que o bonito na mulher de vestido era a nudez – mas não percebeu que a beleza estava na insinuação das formas do corpo. É não entender que o que excita na lingerie é mais o prazer de tirá-la (e a posterior revelação do corpo e tudo que envolve esse momento) à mera exposição da carne, tornada dessa maneira mero subproduto do sexo (além da própria mercantilização do sexo). E defender isso até o final é difícil, já ouço protestos do outro lado da mesa que me chamam de careta, mas sigo persistente.

É uma visão romântica e peculiar que tenho, claro. Não sou, não consigo e não quero ser, do grupo que pensa que homem não chora, que lugar de mulher é na cozinha ou que mulher é artigo de luxo ou troféu pra se colocar na prateleira e exibir pra todos (embora pessoalmente me orgulhe de algumas conquistas). Sou daqueles caretas que ainda pensam que amor se faz com quem se ama e sexo com quem se deseja, e embora transe por desejo e tesão (e tenha certa/grande dificuldade em me acostumar com a prática do sexo pelo próprio sexo), acho pessoalmente incomparável a sensação de fazer amor à qualquer outra. Enfim, falo de coisas fora de moda, sentimentos e idéias que não estão no hashtag da semana, nem serão as mais aceitas da mesa (e a cerveja já acabou há algum tempo). É hora de pagamos a conta e ir embora pra senão chegamos tarde na balada (e quando a luz apagar e a festa acabar, José?)

Fonte: Casal Sem Vergonha



23/12/11

Ex Bom É Ex Vivo


Difícil entender a mania das pessoas de querer apagar o passado. Falar de ex é mais tabu do que propor fio-terra. É motivo de briga, de climão, de cara fechada. E uma das dúvidas eternas femininas ainda continua sendo: “Porque ele insiste em falar da ex?” O lema “ex bom é ex morto” perdura por gerações de pessoas incomodadas com o fato que todo mundo tem um passado – seja ele negro ou branquinho.

O fato é que o ser humano tem a irritante mania de ser ciumento. Queremos tudo pra gente, até o passado do outro. Queremos acreditar na utópica ideia que a vida do outro só começou a partir do glorioso momento em que surgimos nela. Outro dia um amigo contou que a namorada surtou porque foram viajar e ele deixou escapar que já tinha ficado nessa mesma pousada com a ex. A única explicação que vem a cabeça para esses surtos estranhos, é que a moça ficou se sentindo menos importante, por ter sido a segunda, em vez da primeira, a ter sido levada lá. A realidade provavelmente despertou o lado competitivo dela, a fazendo pensar que ela deveria ser melhor que a ex. Ora, como se sentir menos importante, se ele te levou ao mesmo lugar, provavelmente porque gostou da experiência e achou que valeria a pena vivê-la também com você?

Os relacionamentos que tivemos no passado são os responsáveis por temos nos tornado quem somos hoje. Há poucas coisas na vida que nos ensinam mais do que viver lado ao lado de alguém com um universo diferente do seu. Cada ex, significa mais experiências no currículo e uma melhor visão a cerca dos relacionamentos. Não há alguém que passe pela nossa vida sem deixar ensinamentos. Podem ser ruins ou bons, mas o importante é aprender. E esse homem ou mulher que você ama hoje, só é dessa maneira porque acumulou experiências que o transformaram no que ele(a) é hoje.

Leia também:  Tempo de relacionamento influencia a satisfação sexual

Além disso, ex é ex. Já está no nome. Pertence ao passado. Mas memórias nunca serão apagadas. Você pode lutar incansavelmente para que ele nunca cite o nome da ex, para que doe os presentes, que queime a caixa de cartas antigas. Esforço inútil. Querer apagar as memórias do outro é uma tarefa impossível – você pode lutar contra as coisas óbvias, mas como vai saber se aquela camisa que você acha linda, não foi justamente um presente da outra no passado? Ou se aquela camiseta que ele sempre te empresta quando você dorme na casa dele, com um número muito menor do que o que ele usa, não é um vestígio do passado? Você pode até lutar contra as coisas materiais, mas o invisível – que é o que realmente importa – ficará lá para sempre. Aprenda a viver com isso.

Ter orgulho do passado e se recusar a apagá-lo demonstra um orgulho da nossa biografia, da nossa história. Todo mundo deveria ter orgulho da trajetória que escolheu trilhar. Além disso, não há nada que nos ensine mais sobre a pessoa com quem dividimos a cama e a vida, do que ouvir histórias dos relacionamentos antigos e aprender com eles. Eu sempre tive uma curiosidade latente sobre as ex dos meus atuais. Gosto de saber de detalhes, de experiências, de situações bacanas, engraçadas, tristes. E pergunto sem a pretensão de querer fazer melhor e muito menos, de querer arrumar motivo para brigas. Pergunto com o mesmo interesse com o qual falo do meu passado. Ouço com a eterna curiosidade de uma estudante no curso da vida.

Assim como tenho um carinho e agradecimento pelas pessoas que caminharam comigo no passado, quero que o outro tenha também. Até porque, no futuro, eu posso ser a ex e iria odiar saber que os momentos vividos foram apagados da memória (e das gavetas) por causa de uma atual egoísta que não respeita o passado alheio. Não quero que minhas cartas sejam queimadas, que meus presentes sejam doados, que minhas marcas sejam apagadas. Lembro dos exs com carinho e respeito por pessoas que já fizeram parte da minha vida e que contribuiram para minha história. E é assim que gostaria de ser tratada também.

O fato é que ex só é tabu se a gente trata o assunto dessa forma. Tem gente que só de falar de uma situação passada na qual a ex estava envolvida, já se treme todo, fica vermelho, gagueja. Tem gente que nem tem coragem de citar o nome dos casos passados por medo das consequências presentes. Já os que tratam o assunto com naturalidade, automaticamente passam a ideia de um passado bem resolvido, importante, mas que ficou pra trás. E é nossa obrigação tratar nossa história com carinho, e não permitir que um novato chegue querendo impor que passe uma borracha na sua vida. Sua vida já existia muito antes dele chegar. Quem não consegue lidar com esse fato, já dá sinais claros que não merece assumir o posto de oficial. Deixe para eles, somente o papel de coadjuvante. Guarde esse espaço VIP para alguém com maturidade suficiente para ocupá-lo.

Fonte: Casal Sem Vergonha



14/12/11

Casais generosos são mais felizes



Pesquisadores da Universidade de Virginia, nos Estados Unidos, descobriram, em um estudo recente, que a generosidade é um elemento essencial para a felicidade no casamento.

O estudo conduzido pelo grupo de pesquisadores do Projeto Nacional do Casamento da universidade entrevistou 2.870 homens e mulheres sobre suas percepções no relacionamento.

Para estabelecer um parâmetro, os pesquisadores definiram o conceito de generosidade como "a virtude de dar coisas boas ao parceiro em abundância e de forma livre".

Comportamentos simples - como fazer café para o parceiro, ou presenteá-lo com flores - foram interpretados como "generosos".

As pessoas foram questionadas com relação à frequência do comportamento generoso no lar, além de o quão propensos elas estariam a perdoar e o quão frequentemente elas expressavam afeição ao parceiro.

No relatório da pesquisa, os números são claros: as pessoas que apresentaram os maiores índices de generosidade no casamento tiveram uma probabilidade maior de estar "muito felizes" com a relação. Entre os mais felizes, no topo da escala estavam os casais que tinham filhos: 50% dos pais que tiveram resultados de generosidade acima da média da escala do estudo afirmaram estar "muito felizes".

Entre os que apresentaram as taxas mais baixas de comportamentos generosos na relação, apenas 14% afirmaram estar "muito felizes" com a situação.

"No casamento, cada pessoa tem que cumprir seu papel nas tarefas do lar. Isso é o óbvio, mas a generosidade não é esperada. Ela é, justamente, fazer além do esperado, com pequenos atos que demonstrem afeição", afirmou W. Bradford Wilcox, o principal pesquisador em uma entrevista ao jornal "The New York Times".

Apesar de outros fatores - como o sexo, o compromisso e a comunicação - ainda terem papéis significativos em um relacionamento, é interessante ter em mente que a generosidade pode acabar suprindo demandas simples por atenção e afeto.


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12/12/11

Entre em 2012 mais leve



Tenho um desejo para 2012. Chegar nele leve. Não falo de peso. Eu me refiro à bagagem que acumulamos com o tempo: os nossos pertences. É hora de abrir os armários, doar livros, roupas e sapatos. Fazer uma limpeza geral e dar um destino melhor ao que aparentemente poderia ficar guardado por anos sem uso. E daí que é bolsa de marca? Ótimo. Alguém ganhará uma ótima bolsa de marca. Custou muito e você não usa? Dê! Perto de você deve ter alguma pessoa capaz de valorizar ainda mais seu presente há muito inútil. Aquele vestido de madrinha encomendado há dez anos? Fala sério, se te convidarem para madrinha daqui a dois anos você vai usar novamente? Se você respondeu sim, que vai reciclar e tal, parabéns. Caso contrário, tente um brechó. Você pode vendê-lo em consignação. E os livros? Já leu todos? Passe adiante, pelo menos alguns deles. Quer guardar para os filhos? Leve em conta, por favor, que a reforma ortográfica fará com que algumas palavras soem como pharmarcia com ph para os futuros leitores.

Meias estão se acumulando nas gavetas? Vê se não tem uma com fio puxado para jogar no lixo. E meias sem par? Tem coisa mais inútil? Contas de telefone velhas, extratos, canhotos de cheques, canetas falhando, relógios quebrados. Conserte ou jogue tudo fora,vai. Casa com duas crianças pequenas tende a acumular brinquedos, que perdem o encanto, as peças, a graça. Vamos doar um monte? Lá foi a mais velha feliz da vida separar Barbies com cara de novas. Até eu fiquei espantada. Mas deixei passar. O mesmo não posso dizer da baixinha de 2 anos que não gostou nada nada de ver uma sacola cheia de brinquedos indo embora. “MEUS BINQUEDOS!!!!!”, disse, antes de abrir um choro de dor e revolta, que logo passou.

E o computador antigo que você guardou não sabe para quê? Doe para uma escola. Tem sempre uma precisando. Já reparou se está de fato usando todas as panelas guardadas na cozinha? E os potinhos de plástico? O lixo reciclável também é um bom destino para muitas das tralhas que acumulamos em casa. Tem duas vassouras piaçaba? Você usa as duas ao mesmo tempo? Leve logo aquele aparelho celular desativado para a reciclagem. E se comprar um vestido novo para o Natal, tire outro do armário antes que ele fique tão surrado a ponto de ninguém querer usar. Casas entulhadas me dão nervoso. Parece que uma nuvem de energia pesada paira no ambiente. Armários abarrotados então…nada mais deselegante. Li isso num ótimo manual sobre elegância e etiqueta, by Gloria Khalil. E elegância, não me entendam mal, não tem a ver com grana, nem com sua capacidade de comprar um super-closet. Doar artigos em bom estado é uma atitude elegante e sempre será.

Questionar a utilidade de tudo em casa é uma ótima resolução de ano novo. Melhor do que aderir a uma nova dieta e mais fácil do que atacar de frente aquele seu defeito insuportável é abrir mão de coisas. Libera energia, e faz um bem enorme à consciência ver que tem gente aproveitando o que você desprezou. Sentir-se leve é um ótimo primeiro passo para um ano realmente novo. Leves, caminhamos com mais facilidade e sonhamos com mais liberdade, sem falar que gavetas vazias dão ótima arrumação.


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Fonte: Época

07/12/11

Amor, paixão e paixonite

A minha dúvida é sobre sexo, mas também sobre amor. Às vezes eu estou completamente apaixonada e atraída pelo meu marido, passo meses e meses assim. Daí, sem motivo, a coisa esfria e eu normalmente me apaixono por outra pessoa. Não concretizo nada. Tenho dúvidas sobre o meu verdadeiro amor, o meu marido parece mais estável que eu.

Com a liberação sexual da mulher e a autopermissão para viver o sexo de forma plena, hoje muitas já não tentam reprimir seus desejos. Mas quando a atração acontece fora de um relacionamento que “vai bem, obrigada”, pode ser assustador. Na maioria das vezes, o sentimento de amor pelo companheiro é colocado em dúvida. Contudo, cara leitora, você pode estar vivendo alguns períodos de paixões determinadas por estímulos e hormônios, e isso não tem nada a ver com o amor que sente por seu marido. Talvez racionalizar tudo isso ajude você a entender.

Podemos interpretar a expressão da nossa sexualidade como um mix de elementos envolvendo razão, fantasia, emoção, cultura, educação e experiências de vida. No cérebro, esses elementos se relacionam, e é a partir desse processo que encontramos respostas aos comportamentos sexuais diferentes nas pessoas.
Estudos associam um neurotransmissor chamado feniletilamina à origem da paixão e diz que sua produção ocorre no cérebro diante de simples gestos, como uma troca de olhares. A médica Cindy Hazan, da Universidade Cornell de Nova York, revela em suas pesquisas que outras substâncias como ocitocina, dopamina, serotonina e testosterona regulam a expressão do desejo, da atração sexual e da ligação entre o casal em sua forma mais tranquila de amar, favorecendo o desenvolvendo do companheirismo, afeto e tolerância.

De acordo com a pesquisadora, diante de um estímulo, podemos nos apaixonar ou desapaixonar rapidamente por alguém – e isso não dura mais que 30 meses, uma programação biológica que favorece a procriação.
Agora pense: o fato de você voltar a desejar e amar intensamente o seu marido após esses períodos de paixonites diz muito sobre o seu verdadeiro sentimento. Não é mesmo?

01/12/11

Uma Gabriela balzaquiana


Juliana Paes é morena, sexy e sua espontaneidade beira à brejeirice. Ainda assim, quando seu nome foi anunciado pela Globo para protagonizar o remake da novela Gabriela, no papel da icônica personagem do romance de 1958 Gabriela Cravo e Canela, de Jorge Amado, a questão que parecia se sobrepor a tudo isso era a idade: a atriz, que completa 33 anos em março, parece ‘madura’ demais para um papel de moleca. O remake está previsto para ir ao ar em abril de 2012, como novela às 23h.
A atriz, que esteve em São Paulo ontem para o lançamento da segunda temporada do reality Por Um Fio, que apresenta, na GNT, até tentou, mas não conseguiu fugir da questão. “Quando soube dos buxixos, achei o máximo. Adoro ser desafiada”, disse Juliana, que contou que recebeu a notícia da escalação do diretor-geral de entretenimento da Globo, Manuel Martins.
A menina com cor de cravo e perfume de canela teve Sonia Braga como intérprete na TV, em 1975 (quando a atriz tinha 25 anos), e no cinema, em 83. Na disputa pela personagem, Juliana desbancou atrizes mais novas, como Mariana Rios e Paloma Bernardi, ambas de 26 anos, e até outra beldade morena, Camila Pitanga, de 34.
“O Manoel Martins me ligou e contou que era uma escolha dele e do Walcyr (Carrasco, novelista que adaptará o romance)”. A atriz adiantou, aliás, que o remake não tem compromisso com a versão original. Juliana também disse que ainda não sabe se recorrerá a Sonia Braga, de quem se disse fã. “Admiro muito a Sonia Braga, e ela é mais divina pessoalmente. Mas não sei se vou ligar para pedir conselho. Alguns diretores não gostam desse contato para não comprometer a atuação. E não sei de muitos detalhes ainda”, disse.
O convite para a trama a fez desistir da próxima novela de Gloria Perez, com quem repetiria a parceria de Caminho das Índias (2009). Quase um ano após o nascimento do filho Pedro, de 11 meses, a atriz brincou com o fato de, apesar da boa forma, ainda brigar com a balança. “Antes do projeto Gabriela, começo o projeto verão 2012”, brincou, e lembrou que lhe falta uma característica marcante da personagem: o bronzeado.
“Depois da gravidez, fiquei longe das praias e nunca estive tão branca”, disse a atriz, que voltou à TV este ano em O Astro. Juliana ainda falou da semelhança de seus cabelos com os de Gabriela. “Meu cabelo é longo e bem anelado. Não vou precisar de aplique nem de escova. Gravar novela de escova é perrengue demais!”
Fonte: Estadão